segunda-feira, 11 de abril de 2011

Resposta a uma queixa


Como recebi a queixa de que só escrevia crónicas políticas parvas que não interessam a ninguém, então resolvi tratar de temas realmente pertinentes para a nossa sociedade.
Posto isto, irei responder à grande questão pertinente e igualmente badalhoca, que se mistifica com o passar dos anos: O tamanho importa? Eu acho que importa, mas vamos levar para um exemplo prático: um mineiro quer continuar a abrir uma gruta mas tem uma pica pequena. Como é óbvio, nesta industria mineira, do quão pouco que percebo, não são os mineiros que fazem as picas, grandes ou pequenas, por isso não devem ser responsabilizados pelo tamanho da mesma, mas sim se dão ou não uma boa utilidade ao seu utensílio. Mas o mineiro trabalha numa gruta, gruta essa que tem um dono e quando o primeiro chega ao pé da gruta e vê que ela está mais aberta (ou perfurada) leva-o a crer que não foi o primeiro a chegar lá. Já ocorreram algumas perfurações antes da sua chegada, e aí sim a culpa já é do dono da gruta, pois autorizou toda essa odisseia mineira antes da chegada deste novo trabalhador.
Outra das questões é: Porque é que um rapaz que tenha muitas raparigas é bom, e uma rapariga que tem muitos relacionamentos é denominada (por vezes, vá lá: sempre) de animal bovino produtor de leite? Essas questões pertinentes levam-me para outro exemplo prático baseado no nosso quotidiano: Dizem que uma chave que abre muitas fechaduras é uma chave mestra, agora uma fechadura aberta por muitas chaves, dizem que é uma fechadura estragada.
Certamente me vão acusar de que esta crónica é machista, e eu deixo uma pergunta no ar, à qual não tenho resposta: Por que é que ser machista é um defeito e feministas é uma virtude?

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