sábado, 30 de abril de 2011

Apelo ao bom censo


Sei que o bom senso está fora de moda e não é uma ferramenta de trabalho válida neste país, mas mesmo assim não posso deixar de questionar o seguinte:
Será que há bom senso quando um partido como o PCP, que defende o direito do trabalhador e igualdade é a favor do rendimento de inserção social (rendimento mínimo)?
Há alguma coisa mais anti-trabalho de que pagar a quem não faz nada?
Outro tema que me cria comichão naquele osso mesmo atrás da orelha é o Fernando Nobre! Que diz que se candidata sem partido e pela cidadania, sendo uma campanha mais social. Será contra-senso candidatar-se à Câmara de Lisboa e dizer depois que quer ir para a assembleia da República! É que ainda depois de tudo isto, diz ainda que quer um tacho maior mesmo antes de ter conseguido o tacho pequeno!
Agora vou fazer um novo apelo ao bom senso, e quero que pensem!
Se chegassem a uma casa com electrodomésticos ponta, todos vestidos de roupa de marca e sentados no sofá e vos pedissem dinheiro, emprestavam? Não, pois não?
Será que o FMI terá a mesma opinião quando chegar a um país onde todos os dirigentes andam de BMW topo de gama e vão de férias em locais de luxo enquanto os peritos trabalhavam? Mesmo o FMI a não agir de boa fé, espero que não pensem como eu!
Ou será os governantes que pediram dinheiro ao FMI, pensam que é como um filho a pedir dinheiro emprestado ao pai? Todos sabemos que só se correr muito mal é que é vai parar de pagar!
Por outro lado a entrada do FMI faz me lembrar uma obra pública onde apenas os trabalhadores de leste trabalham no mais ruim e falo mais afincadamente mesmo, sendo mais qualificados, enquanto os trabalhadores portugueses apenas passeiam e recolhem os lucros do trabalho bem feito!
Agora para terminar uma pequena pergunta! Não é estranho que num partido como o BE, o seu secretário-geral (Francisco Louçã) ir passar férias para Cabo Verde; um luxo alcançável a poucas carteiras portuguesas?
Editado por Catarina Fialho






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